Edifício sede Light S.A.


Construído em 1911, tem estilo neoclássico inspirado na renascença americana, sua estrutura metálica foi considerada uma inovação à época. Projetado pelo primeiro presidente da empresa, F. S. Person, sua função inicial era servir de estacionamento para os bondes de tração animal. Atualmente é um dos principais âncoras do Polo Região Portuária, com o charmoso Centro Cultural Light, com exposição e atrações artísticas e culturais diversas.

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Palácio Itamaraty


Foi construído por Jacinto Rebello, entre 1849-1850, e foi a primeira sede do Governo da República. Entre 1890 e 1896 foi residência presidencial. Hoje é um museu com grande acervo de arte, mobiliário, documentos e mapas.

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Palácio Duque de Caxias


Considerado o maior edifício público de sua época, possui uma área de 86.000m2 e 23 andares que abrigavam o Ministério da Guerra. Curiosamente trata-se de uma construção que possui dois estilos arquitetônicos: art déco na fachada frontal e eclético em suas laterais. À frente do Palácio fica o Pantheon Duque de Caxias, onde foram depositado os restos mortais de Duque de Caxias, Patrono do Exército Brasileiro, e sua esposa. Completa a sua (magistral) decoração, a estátua equestre esculpida por Bernadelli, em 1897.

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Central do Brasil


Maior e mais famoso terminal de transporte da cidade, sua construção em estilo Art Déco, se deu nos anos 40, quando da instalação do novo sistema de ferrovias, que substitui o que fora instalado no Segundo Reinado. Famosa por ser ponto de chegadas e partidas para diferentes regiões da cidade, especialmente por ligar o subúrbio carioca ao Centro do Rio, esta magnífica estação ganhou ainda mais destaque quando foi retratada no cinema pelo cineasta Walter Sales Jr. no longa metragem “Central do Brasil”, de 1998, que concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

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Escola Municipal Rivadávia Correia


Erguida na segunda metade do século 19, é uma construção projetada por Pereira Passos. Considerada como uma das oito “Escolas do Imperador”, os recursos para a sua edificação vieram de uma coleta popular para erguer um busto a D. Pedro II, em comemoração pela vitória na Guerra do Paraguai, e que foram destinados pelo então Imperador para a construção de prédios escolares. O espaço hoje abriga uma unidade escolar da prefeitura.

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Busto de Bernardo Vasconcelos


Monumento em homenagem a este importante político do período Imperial, que fora senador e ministro, além de ser o criador do Superior Tribunal de Justiça e do Colégio Pedro II.

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Colégio Pedro II


Primeira escola secundária do Brasil, foi criada em meados do século 19 e tornou-se uma referência entre as instituições de ensino, tendo no seu quadro de professores importantes nomes da literatura brasileira, tais como Euclydes da Cunha, Capistrano de Abreu, Joaquim Manuel de Macedo, Pedro Calmon e Delgado de Carvalho, entre outros.

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Casa Paladino


Considerada um dos ícones do comércio de rua da região, com quase um século de história funcionando no mesmo endereço e mantendo seu estilo de decoração praticamente intacto, é um espaço com armazém e restaurante ideal para quem deseja reviver a atmosfera do Rio Antigo.

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Igreja e Largo Santa Rita


Erguida no início do século 18 por um casal de devotos portugueses que queria criar o culto à santa no Brasil, o templo tem construção simples e poética que encanta os admiradores de acervos arquitetônicos. Considerada milagrosa graças a uma fonte que brotava aos pés da imagem de Santa Rita, a igrejinha também ficou conhecida como “capela dos malfeitores”, pois os condenados receberem ali a bênção, antes de serem enforcados.

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Beco das Sardinhas


Reduto da boemia carioca, sua história começou com o Bar Ocidental, no início dos anos 50, quando dois irmãos portugueses começaram a comercializar sardinhas abertas e empanadas com farinha, ao modo lusitano. A fama correu e hoje é um espaço pulsante de alegria, para quem não abre mão de relaxar no fim de tarde, bebendo uma cerveja gelada no meio da rua, rodeada pelo belo casario.

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Ao Bandolim de Ouro


Referência na confecção e venda de instrumentos, desde 1929, esta casa se tornou um reduto do choro na cidade do Rio de Janeiro. Figuram entre seus ilustres clientes, Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Waldir Azevedo. Mesmo depois de trocar o antigo endereço por um outro na mesma ruas, a loja ainda promove as tradicionais rodas de choro nas manhãs de sábado e não é raro encontrar por lá nomes consagrados da música brasileira, como Beth Carvalho e Paulinho da Viola, por exemplo.

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Serviço Geográfico do Exército/Palácio Episcopal


Entre 1702 e 1905, o prédio imponente no alto da Rua Dr. Daemon, foi residência dos bispos da cidade. Em 1929, foi adquirido pelo Serviço Geográfico do Exército.

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Fortaleza da Conceição


Construída entre 1713-1718, sob projeto do Brigadeiro Massé, com a missão de defender a cidade, após a invasão dos franceses, em 1711, seu uso foi proibido pelo então Bispo D. Franciso de São Gernônimo, por achar que as salvas dos canhões poderiam abalar as estruturas do Palácio Episcopal.

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Morro da Conceição


Reduto de artistas, conserva um lindo casario, com presença de ateliês, cafés e bares, com destaque para a Rua Jogo da Bola, onde o visitante encontra lindas fachadas que traçam um perfil do velho Rio.

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Jardins Suspensos do Valongo


Idealizado por Pereira Passos, segue o modelo de paisagismo romântico francês. Realizado sob projeto de Luis Reis, em 1096, exerce também a função de contenção da encosta do Morro do Valongo, protegendo-o de possíveis desmoronamentos.

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Pedra do Sal


Nas imediações dessa imensa pedra de granito era descarregado o sal trazido em navios e barcos que se utilizavam dos diversos trapiches existentes na Gamboa até o início do século XX. A atividade acabou dando nome a essa formação natural. Tido como um lugar de memória da cultura afro-brasileira e do samba carioca, tornou-se ponto turístico obrigatório para todos que visitam o Porto e referência para o Circuito da Herança Africana.

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Museu de Arte do Rio (Mar)


Dedicado a promover a identidade do Rio de Janeiro através da cultura e da educação. Instalado na Praça Mauá, ele é, ao lado do Museu do Amanhã, uma das âncoras culturais do Porto Maravilha – grande projeto de transformação urbana do centro do Rio de Janeiro.
O projeto arquitetônico do MAR é do escritório carioca Bernardes + Jacobsen e parte da ligação dos dois prédios: um pavilhão de exposições e a Escola do Olhar. São 15 mil metros quadrados com oito salas de exposições, café e restaurante panorâmico para uma das vistas mais bonitas da cidade.
O conceito de ligação entre arte e educação se reflete na Escola do Olhar, uma inovadora experiência cujo arco educacional opera desde o recebimento de crianças da rede municipal de ensino até a colaboração com o processo de formação continuada de professores.

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